quinta-feira, 23 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

RS diz que privatização da Corsan e Banrisul está afastada de plano


Governo negocia com a União termos do acordo de adesão ao plano.
Conforme secretário, Sulgás, CRM e CEEE podem ser privatizadas.

Da RBS TV
A terça-feira (7) foi de reuniões entre técnicos do Tesouro Nacional com a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul para acertar os termos do acordo de adesão ao regime de recuperação fiscal proposto pela União. Conforme o governo gaúcho, a negociação caminha para o afastamento da possibilidade de privatização da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e do Banrisul.
Secretaria da Fazenda do RS prevê aumento de gastos em R$ 200 milhões (Foto: Reprodução/RBS TV)
Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul
(Foto: Reprodução/RBS TV)
“O que está decidio de forma definitiva é o afastamento da Corsan e do Banrisul. O governo já fez uma opção”, afirmou o secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul Giovani Feltes.
Conforme o governo gaúcho, serão incluídas nas negociações a possibilidade de privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e a Sulgás, sob alegação de que as empresas são atrativas para o mercado, mas precisam de grandes investimentos.
Com a adesão ao regime proposto pelo governo federal, o Rio Grande do Sul deixaria de pagar as parcelas da dívida com a União, que aliviaria a situação financeira do estado. “Isso nos aliviaria até o final do ano que vem, algo que chega próximo a R$ 4 bilhões”, afirma Feltes.
Conforme o secretário, a volta do crescimento da economia e a aprovação do pacote contra a crise enviado pelo executivo à Assembleia Legislativa possibilitará o pagamento das contas em dia. Desde 2015, o salário dos servidores estaduais tem sido parcelado de forma consecutiva.
No começo do mês o governo gaúcho informou que irira fazer questionamentos ao Projeto de Lei Complementar 343/2017 ainda em tramitação no Congresso. A medida do governo federal estabelece regras para o regime de recuperação fiscal para os estados que sofrem com a dificuldade financeira. O executivo questiona a retirada das ações judiciais que questionam o valor da dívida do estado com a União, e a redução e impedimento da concessão de novos benefícios fiscais.


As reuniões com técnicos do Tesouro Nacional têm como objetivo  de definir um possível Plano de Recuperação Fiscal para o estado, nos moldes do anunciado em fevereiro para o Rio de Janeiro. O governo gaúcho pleiteia uma carência de três anos para o pagamento da dívida com a União.

Agora, as propostas de mudança do projeto de lei devem ser levadas ao Congresso, onde deve ser analisadas.
O governo gaúcho defende na negociação que algumas das condições da recuperação propostas pelo governo federal prejudicam a autonomia do governo gaúcho, e defende que as medidas já adotadas devem ser contempladas, ao citar a aprovação de leis de responsabilidade fiscal, previdência complementar, aumento da contribuição previdenciária e a elevação do ICMS.
O plano idealizado pelo governo federal não diminui o valor da dívida do estado com a União e suspende todas as ações que questionam o valor da dívida, ponto que é questionado pelo governo estadual.
O governo gaúcha questiona ainda o impedimento da concessão de novos benefícios fiscais, além da redução de 20% dos já concedidos. Para o governo do estado, isso pode trazer prejuízos para o desenvolvimento econômico, além de arriscar a cadeia produtiva em andamento.

Tá na Mesa da Federasul: Sartori abre programação de 2017

Governador fala sobre “O Rio Grande saiu na frente”, quarta-feira (15/03)

     O governador José Ivo Sartori vai abrir a programação de palestras do “Tá na Mesa” de 2017, nesta quarta-feira (15/03), ao apresentar o tema “O Rio Grande saiu na frente”. Com sua presença, a Federasul cumpre a tradição de quase 40 anos de iniciar o calendário de eventos com a participação do chefe do executivo estadual.

Resultado de imagem para governador Sartori
 
José Ivo Sartori (Farroupilha25 de fevereiro de 1948), conhecido também por Sartori, ou mesmo José Ivo, é um professorfilósofo e político brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e o atual governador do estado do Rio Grande do Sul. É casado com Maria Helena Sartori, com quem tem dois filhos.
Natural da Serra Gaúcha, formou-se em filosofia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e foi professor universitário e de cursos pré-vestibulares. Iniciou sua carreira política no movimento estudantil e entre 1972 a 1975 presidiu o Diretório acadêmico (DCE) da UCS. Em seguida, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e foi eleito vereador em Caxias do Sul em 1976. Exerceu cinco mandatos consecutivos como deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa entre 1998 a 1999. Durante o governo de Pedro Simon, foi secretário estadual do Trabalho e Bem-Estar Social entre 1987 a 1988.
Concorreu, sem sucesso, ao cargo de prefeito de Caxias do Sul em 1992 e 2000. Em 2002, elegeu-se deputado federal com quase cem mil votos. Em 2004, elegeu-se prefeito de Caxias no segundo turno com 52,4% dos votos. Quatro anos depois, reelegeu-se no primeiro turno com 54,3% dos votos, vencendo seu antecessor, Pepe Vargas.
Em 29 de junho de 2014, foi oficializada sua candidatura ao Palácio Piratini. Em uma reviravolta na reta final da campanha, classificou-se para o segundo turno juntamente com o governador Tarso Genro. Em 26 de outubro, venceu a eleição com 61,2% dos votos, sendo empossado o trigésimo oitavo governador do Rio Grande do Sul em 1º de janeiro de 2015.

Aviso aos editores:
A coletiva de imprensa que antecede o Tá na Mesa ocorre a partir das 11h30min, no sexto andar da Federasul.

TÁ NA MESA
PALESTRANTE: governador do RS, José Ivo Sartori
TEMA: “O Rio Grande saiu na frente”
QUANDO: quarta-feira, dia 15 de março de 2015, 12h
ENDEREÇO: Largo Visconde de Cairu, 17, no Centro de Porto Alegre



Imprensa Federasul
Coordenação froes, berlato associadas

quinta-feira, 16 de março de 2017

Grupo alemão vence leilão e assume aeroporto Salgado Filho por 25 anos


Numa disputa com empresa suíça Zurich, Fraport ofereceu a maior contribuição inicial: R$ 290.512.229

Foto: Anderson Fetter /Agencia RBS
O grupo alemão Fraport AG Frankfurt venceu o leilão de disputa pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, em concorrência realizada pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) na manhã desta quinta-feira (16) na sede da BM&FBovespa, em São Paulo. A empresa apresentou a maior proposta para assumir a administração do Salgado Filho pelos próximos 25 anos, prorrogáveis por mais cinco. As informações são de Zero Hora.
A empresa venceu a disputa por viva-voz com a, após ambas apresentarem uma proposta inicial para assumir o Salgado Filho – os envelopes foram entregues na última segunda-feira e apresentados nesta quinta. Em sua primeira oferta, o Fraport havia oferecido o valor de contribuição inicial de R$ 230,5 milhões (correspondente a 25% do lance inicial, mais um ágio sobre o valor mínimo de R$ 123 milhões), superando a oferta de R$ 133,3 milhões feito pela suíça Zurich.
No viva-voz, foram alternadas sete propostas, com diferença de valores de cerca de R$ 10 milhões sobre os lances anteriores, em uma disputa que levou uma hora e meia e era intercalada também por propostas pelos outros aeroportos no pleito (Florianópolis, Fortaleza e Salvador). A proposta vencedora foi de R$ 290,512 milhões.
Entre as obrigações contratuais está a necessidade de fazer a ampliação da pista do aeroporto em mais 920 metros, dentro de um prazo de 52 meses após assinar o contrato de concessão, o que deve ocorrer até julho. Também será exigido do grupo vencedor que faça ampliação do terminal de passageiros e erga um novo prédio-estacionamento.

O resultado surpreendeu analistas do setor, que previam pouco interesse pelo terminal gaúcho em razão da complexidade das obras e de um possível ceticismo quanto ao aumento no número de passageiros. O Grupo Fraport opera o aeroporto de Frankfurt, um dos mais movimentados da Alemanha, e mais nove terminais na Europa, Ásia e América do Sul, onde é responsável pelo aeroporto de Lima, no Peru.

O aeroporto de Porto Alegre foi o único entre os quatro leiloados nesta quinta-feira com prazo de concessão mais curto: 25 anos, ante 30 anos dos terminais de Florianópolis, Salvador e Fortaleza (nos quatro casos, há possibilidade de prorrogação por cinco anos). Conforme Renato Sucupira, presidente da BF Capital, empresa que efetuou os estudos de viabilidade dos aeroportos de Porto Alegre e Florianópolis para o leilão, essa decisão se deve à impossibilidade de ampliar o Salgado Filho no ritmo em que se espera que cresça o número de passageiros.
Para elaborar o edital, a Anac previu que até 2042 o fluxo anual de passageiros passaria dos 8,4 milhões em 2015 para 22,8 milhões, demanda superior à capacidade do terminal de Porto Alegre, mesmo que todas as reformas sejam feitas. O aeroporto não suportaria mais cinco anos neste ritmo. Dessa forma, explica Sucupira, a demanda teria de ser deslocada para um segundo aeroporto a ser construído na Região Metropolitana.
"Para atender a todos usuários previstos, seria necessário construir uma segunda pista no Salgado Filho, o que não é possível em razão da limitação das dimensões do terreno, cercado por residências", afirma. "A solução seria um novo aeroporto". 
A tese gera controvérsias. Especialistas em aviação dizem que os números da Anac são superestimados, e não retratam a realidade do crescimento de passageiros. O terminal porto-alegrense é apresentado no edital com um movimento defasado: em 2016, o uso do aeroporto caiu de 8,4 milhões para 7,6 milhões de passageiros, e, para chegar ao número estipulado pela Anac, o Salgado Filho teria de triplicar a demanda, o que é considerado improvável.
"A previsão da Anac é utópica", alerta Paulo Menzel, da Agenda 2020. "Nenhum aeroporto no mundo conseguiu triplicar a demanda em 25 anos, e se considerarmos as dificuldades na economia e a perda de até 40 voos diários do Salgado Filho nos últimos anos, essa hipótese fica ainda mais remota".
Caso se decida pela construção de um novo aeroporto, o principal candidato é o 20 de Setembro, entre os municípios de Nova Santa Rita e Portão. Estudos prévios sugerem que o novo terminal poderia atender a voos internacionais, deixando o Salgado Filho como hub doméstico — semelhante à situação de Congonhas e Guarulhos em São Paulo. 
Movimento de passageiros no Salgado Filho em cada ano
2012 - 8,261 milhões
2013 - 7,993 milhões
2014 - 8,447 milhões
2015 - 8,354 milhões
2016 - 7,648 milhões

Fonte: Infraero
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Como o Salgado Filho chegou à disputa
- Valor mínimo de outorga: R$ 123 milhões
- Movimentação de passageiros: 7,6 milhões (2016)
- Investimentos exigidos: R$ 1,9 bilhão
- Receita prevista em 2017: R$ 265 milhões
- Tempo de concessão: 25 anos, prorrogável por mais cinco

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Os outros aeroportos que foram a leilão

- Fortaleza (Aeroporto Plinio Martins)
Valor mínimo de outorga: R$ 1,44 bilhão
Movimentação de passageiros ao ano: 6,3 milhões
Investimentos necessários: R$ 1,4 bilhão
Receita prevista para 2017: R$ 175 milhões
Prazo de concessão: 30 anos (mais cinco prorrogáveis)

- Salvador (Aeroporto Dep. Luis Eduardo Magalhães)
Valor mínimo de outorga: R$ 1,24 bilhão
Movimentação de passageiros ao ano: 9 milhões
Investimentos necessários: R$ 2,35 bilhões
Receita prevista para 2017: R$ 270 milhões
Prazo de concessão: 30 anos (mais cinco prorrogáveis)

- Florianópolis (Aeroporto Hercílio Luz)
Valor mínimo de outorga: R$ 211 milhões
Movimentação de passageiros ao ano: 3,7 milhões
Investimentos necessários: R$ 960 milhões
Receita prevista para 2017: R$ 106 milhões
Prazo de concessão: 30 anos (mais cinco prorrogáveis)
ZERO HORA

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Repasse do governo federal à merenda escolar aumenta, mas fica menor que inflação

O acréscimo foi de 20%, enquanto a inflação acumulada de 2010 a 2016 foi de 58%

Diretora Jane Matos, da Escola Estadual Dr. Martins Costa Júnior, diz que, em 2016, um "milagre" foi operadoFoto: Félix Zucco / Agencia RBS
Roberta Schuler



Depois de sete anos sem reajuste, o governo federal anunciou o aumento de 20% para a merenda escolar dos ensinos fundamental e médio regulares e 7% para as demais modalidades (como tempo integral e pré-escola, por exemplo). A liberação de R$ 465 milhões atenderá a 41 milhões de estudantes em todo o país.

Embora, à primeira vista, pareça um aditivo substancial no prato dos estudantes das escolas públicas, o percentual representa apenas um terço da inflação acumulada no período (de 2010 a 2016), que foi de 58,27%, conforme o IPCA.

Pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), a merenda servida nos ensinos fundamental e médio passará de R$ 0,30 para R$ 0,36 por aluno por dia. Se fosse corrigida de acordo com a inflação, deveria custar R$ 0,48/dia.

Além dos recursos do Pnae, o governo gaúcho complementa o valor por aluno às escolas estaduais que oferecem ensino médio 1.000 horas (R$ 0,60/aluno), escolas estaduais com até cem alunos (R$ 0,60/aluno) e escolas estaduais com ensino em tempo integral (R$ 1,07/aluno).

Só com boa gestão


Na avaliação da presidente da Federação das Associações e Círculos de Pais e Mestres do Rio Grande do Sul, Berenice Cabreira da Costa, o recurso é insuficiente, não cobre a inflação do período, pois desde 2010 o valor por aluno é de R$ 0,30.

— O ideal seria que o recurso dobrasse, para oferecer um cardápio mais variado. Mas, pela experiência, sabemos que o recurso bem gerido funciona — observa.

Berenice ressalta que, além de uma boa gestão do dinheiro para a merenda, é importante que a escola tenha garantido o trabalho de merendeiras.

— Porque assim como faltam professores, faltam também funcionários para fazer a merenda — afirma.

Sem mudanças na rede municipal


Na rede municipal de Porto Alegre, em 2016 a média por refeição/aluno do ensino fundamental era de R$ 1,07 — sendo R$ 0,30 oriundos do Pnae e R$ 0,77 custeados pelo município.

Conforme a Secretaria Municipal da Educação (Smed), os valores deverão manter-se os mesmos, pois o investimento já vinha sendo superior que outros municípios.

— Os alunos reclamavam que a merenda era suquinho, barra de cereal, bolachinha, que não era uma merenda substancial — afirmou o secretário estadual de Educação, Luís Alcoba, lembrando que a merenda escolar foi uma das queixas apontadas pelos alunos durante as ocupações das escolas estaduais de Porto Alegre no ano passado.

"Ano passado, operamos um milagre"


Mesmo com cardápio elaborado pela equipe de nutrição da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), não vinha sendo fácil cumprir a programação por conta do valor defasado por aluno. Na Escola Estadual Dr. Martins Costa Júnior, no Bairro Partenon, para driblar também a alta dos alimentos, a saída foi reforçar o planejamento.


A direção consultou os cerca de 550 alunos (a escola só atende ensino fundamental) e descobriu quem realmente tinha interesse em consumir a merenda escolar — de 20% a 30% dos estudantes não comiam o lanche oferecido pela escola. Com a freguesia determinada, no refeitório passou a ser produzida a quantidade de alimentos adequada à procura, zerando o desperdício.


— Ano passado, operamos um milagre. Assim será melhor, poderemos cumprir mais metas. Administrar uma escola é como administrar uma casa — disse a diretora Jane Matos, que ainda tem gêneros alimentícios estocados do último ano letivo.

Reajuste para demais modalidades de ensino


/// Para tempo integral, pré-escola e outros programas especiais, o aumento médio é de 7%.
/// Tempo integral: passa de R$ 1 para R$ 1,07
/// Creche: passa de R$ 1 para R$ 1,07
/// Pré-escola: passa de R$ 0,50 para R$ 0,53
/// Escolas Indígenas e quilombolas: passa de R$ 0,60 para R$ 0,64
/// Mais Educação: passa de R$ 0,90 para R$ 0,96
/// Atendimento Educacional Especializado no Contraturno: passa de R$ 0,50 para R$ 0,53

Como funciona


A Seduc repassa os valores recebidos do FNDE integralmente às direções de escola, também em dez parcelas. Isso ocorre porque, atualmente, 100% dos estabelecimentos de ensino possuem merenda escolarizada, ou seja, as direções são responsáveis pela compra dos gêneros alimentícios.

De acordo com a Seduc, em anos anteriores, o primeiro repasse do Pnae ocorreu no mês de março _ a escola de Jane só recebeu em abril. Geralmente, o primeiro depósito às escolas é feito com recursos do Estado, que depois é ressarcido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os demais repasses são feitos mensalmente, até dezembro.

O Conselho Estadual de Alimentação Escolar (Ceae) possui livre acesso à secretaria e às escolas da rede estadual para monitoramento e fiscalização da aplicação dos recursos e cumprimento do disposto no Pnae. O conselho se reúne e realiza visitas às escolas estaduais por amostragem.

MARTIN NIEMÖLLER, 1933


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Cleo Pires compartilha foto nua e leva seguidores ao delírio


Cleo Pires ‘quebrou‘ a internet mais uma vez. Nesta quarta-feira, 15, a atriz resolveu compartilhar um clique prá lá de sensual onde ela aparece completamente nua. Na foto, os seios aparecem cobertos por adesivos de corações e ela parece deitada em uma cama.

A imagem, com direito a carão e tudo, foi publicada em seu perfil do Instagram e causou entre os internautas. Muito humorada, ela também brincou com os seguidores: “Beije meu coração mal colocado pós dia dos namorados”, legendou.


Foto: Reprodução/Instagram

A postagem rendeu inúmeros elogios como, “A atriz mais gata que existe na TV brasileira”, “Essa mulher é linda demais“ e“Linda, bela e arrebatadora”, foi o que escreveram alguns fãs.

Porém, como não só de elogios se vive a vida, alguns seguidores criticaram a audácia: “Para que tanta exposição? Tão linda, mas desnecessário fazer isso”, escreveu um, e “Tirando o pé, que parece que tá sujo”, observou outro.

E você, o que acha disso?!



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Postado por Eduarda Santos, às 11:52

Categorias: Famosos

Ex-panicat, Renata Molinaro assume que usou anabolizantes e fala sobre arrependimento15 de fevereiro de 20170


A modelo e ex-panicat, que trabalhou no programa humorístico de 2012 a 2015, Renata Molinaro, era uma das assistentes de palco consideradas mais ‘naturais‘ pelos internautas.


Foto: Reprodução/Instagram

Porém, em recente entrevista, a musa revela que já fez uso de anabolizantes como oxandrolona, um esteroide oral muito famoso pela sua baixa toxidade e poucos efeitos colaterais durante o ciclo.

“Já tomei oxandrolona e fiquei cheia de espinha. Aí nunca mais tomei nada nem que parecesse anabolizante. Tenho muita tendência a acne até com suplemento, o que tenho que tomar cuidado. O que melhor me adaptei foi um beef protein, proteína da carne”, revelou.


Foto: Reprodução/Instagram

Entre uma revelação e outra, ela conta que também colocou 215ml de silicone nos seios: “Coloquei por pressão da agência de modelo que trabalhava na época. Tive infecção hospitalar por erro médico quando coloquei e por isso foi um sofrimento. Coloquei, tive que tirar e ficar três meses sem as próteses para colocar novamente. Agora não mexo em mais nada. Chega!”, finalizou entre risadas.